O que é o novo? Seria uma criação, ou poderíamos dizer que algo recriado também é novo? A primeira concepção, criar, sugere que temos nada, um ponto zero de partida, para, então, conceber qualquer coisa. A segunda concepção, recriar, indica uma sobreposição, algo que já existe mas precisa ser refeito.
A partir disso - um tanto quanto lógico - nos perguntamos se somos criação, efetivamente novidade, ou derivados duma base obsoleta. Se o núcleo é antigo, como seríamos novos a partir disso? Se somos novos, porque derivamos duma preexistência? (...)
A partir disso - um tanto quanto lógico - nos perguntamos se somos criação, efetivamente novidade, ou derivados duma base obsoleta. Se o núcleo é antigo, como seríamos novos a partir disso? Se somos novos, porque derivamos duma preexistência? (...)
0 EGOísmo(S):
Postar um comentário