o André é um fingidor / finge tão absurdamente / que chega a fingir que é dor / a dor que deveras mente << uerba deriuata ad F. Pessoa >>

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Ideia: meramente para não dar chance ao azar! - que coisa clichê!!! O blogue Conjunto EGO reúne todos os endereços dos membros num só local, além de um ou outro comentário sobre eles.
Caput: quem é o autor das postagens do blog do Conj.EGO? Os textos têm sua gênese e seu êxodo, i.e., são ejaculados após um momento de êxtase provocado pela nossa actividade Bacanalíptica! Entre e fique à vontade.

domingo, 31 de julho de 2011

Derivatio

          O que é o novo? Seria uma criação, ou poderíamos dizer que algo recriado também é novo? A primeira concepção, criar, sugere que temos nada, um ponto zero de partida, para, então, conceber qualquer coisa. A segunda concepção, recriar, indica uma sobreposição, algo que já existe mas precisa ser refeito.

          A partir disso - um tanto quanto lógico - nos perguntamos se somos criação, efetivamente novidade, ou derivados duma base obsoleta. Se o núcleo é antigo, como seríamos novos a partir disso? Se somos novos, porque derivamos duma preexistência? (...)



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